quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

4º Capítulo - BAAB



Cheguei em casa, tomei um banho, me vesti, fiz um coque alto e fui preparar as coisas para o pessoal, já que eu estava sozinha em casa né... Tudo pronto sentei no sofá pra esperar o pessoal e entrei no twitter, fora os zilhões de seguidores, tudo voltou ao normal...
DING DONG (ignorem e finjam que é uma campainha)
Como de costume desci rápido e fui receber o pessoal.

- Como você tá? – Brenda realmente se preocupava
- To bem, só uns machucados a toa, nada demais...
- Não é só isso, e o Wesley, já o encontrou?
- Não e nem quero.
- Eu expliquei tudo pra ele, acho que ele vai te procurar – Disse Flávio
- A única coisa que eu tenho pra falar com ele é “Obrigado” e só.
- Obrigado? – Poly e Vic fizeram um coro
- Sim, não contei? Ele me salvou de um baita sermão da Marta e com certeza de uma suspensão. Ele sabia que se eu tivesse sido suspensa, tchau tchau BT
- Até que enfim ele fez alguma coisa direito – Flávio colocou um fim na conversa deixando um silêncio

Começamos o nosso trabalho não demorou muito o telefone tocou, peguei rápido na esperança de ser meus pais:

- Mãe?
- Éeee, oi. – Disse uma voz doce
- Quem fala?
- Nossa, nem reconhece mas a voz do namorado...
- Desculpa mas eu não tenho namorado! – Percebi que todos me fitavam enquanto eu falava
- Tem certeza? – Ele engrossou a voz
- Absoluta. – Falei enquanto desligava o telefone

O que foi aquilo cara? Eu jamais imaginaria que isso ia acontecer. Enfim, voltamos ao trabalho e acabamos antes do combinado. O que aconteceu? Fomos ver filme lá o meu quarto.
DING DONG (ignorem e finjam que é uma campainha)² haha
Quem era aquela hora da tarde? Se todas as pessoas possíveis estavam lá comigo?

- Não acredito! – Disse abrindo a porta
- Eu precisava disso. – Era Wesley, e enquanto pronunciava chegava perto, até nossos lábios se tocarem, sua língua pediu passagem e eu cedi não sei porque. Por um momento parecia que estava tudo bem, tudo normal. Mas não estava. E era tudo tão confuso. Por mais que eu não queria aceitar aquilo foi mágico, foi perfeito. – Ainda tem certeza?
(...) 

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